Novo espetáculo do Cirque Du Soleil enaltece força e poder femininos

Por Amanda Pieranti – amanda.pieranti@balzaqueando.com

Fotos: Divulgação

Após quatro anos, o Cirque du Soleil retorna ao Brasil com nova superprodução: AMALUNA. O espetáculo, que enaltece a  força  e  o empoderamento  das  mulheres, estreia no Rio de Janeiro dia 28 de dezembro, no Parque Olímpico.

A turnê convida o público a uma misteriosa ilha governada por  Deusas e guiada pelos ciclos da  lua.  Para  marcar  a  passagem  de  sua  filha Miranda  à  idade  adulta,  a rainha Prospera comanda uma cerimônia que homenageia a feminilidade, a renovação, o renascimento e o equilíbrio, e marca a passagem dessas ideias e valores de uma geração a outra.  

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Após   uma   tempestade   causada   por   Prospera,   um   grupo   de   jovens   aporta   na   ilha, desencadeando uma história épica e emocional de amor entre a filha de Prospera e um bravo jovem pretendente. Mas o amor deles será colocado à prova. O casal deve enfrentar inúmera provações difíceis  e  superar  dramáticos  contratempos  antes  que  eles  possam  alcançar  a confiança mútua, fé e harmonia.

AMALUNA é uma fusão das palavras ama, que se refere a “mãe” em muitas línguas, e luna, que significa “lua”; um símbolo de feminilidade que evocatanto a relação mãe-filha quanto a ideia de deusa e protetora do planeta. AMALUNA é também o nome da misteriosa ilha onde esta história mágica se desenrola.

AMALUNA estreou em Montreal, em 2012, e, desde então, já passou por 30 cidades de 10 países, sendo visto por mais de 4 milhões de espectadores.

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Tributo ao trabalho e à voz das mulheres

Pela primeira vez na história do Cirque du Soleil, um espetáculo apresenta um elenco majoritariamente feminino, com uma banda inteiramente composta por mulheres. “AMALUNA é um tributo ao trabalho e à voz das mulheres”, explica o Diretor de Criação Fernand Rainville. “O espetáculo é uma reflexão sobre o equilíbrio do ponto de vista das mulheres”, acrescenta a diretora Diane Paulus, vencedora do Tony Awards 2013 (Pippin) e eleita uma das 100 Pessoas Mais Influentes de 2014 pela revista Time.  “Eu não queria construir um espetáculo que fosse uma ‘agenda para mulheres’. Queria criar um show em que as mulheres fossem o centro, algo que tivesse uma história escondida que apresentasse as mulheres como heroínas”, complementa. Ela foi buscar  nas  referências  clássicas  a  inspiração  para  criar  o  conceito  do  espetáculo  –  desde histórias das mitologias grega enórdica até A Flauta Mágica, de Mozart, e A Tempestade, de Shakespeare.

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