Sempre é possível ser ainda mais feliz

Por Irma Lasmar – irma.lasmar@gmail.com

Cada idade de número arredondado traz consigo seus mitos e seus presentes: aos 10 anos, a ruptura com a inocência; 20 anos, a descoberta do mundo; 30 anos, a escolha ou sedimentação dos caminhos pessoais e profissionais; 40 anos, a liberdade sem pudores de ser o que se é ou quer ser; e por aí vai.

Dizem que aos 50 usufruímos do que plantamos, aos 60 vem o descanso remunerado e aos 70 recebemos a atenção e o cuidado daqueles mais jovens que outrora cuidamos. Porém, isso nós quarentonas não sabemos porque ainda não vivemos.

Claro que existem exceções, mas via de regra as principais características de cada fase se repetem independentemente de cor, raça, credo, profissão e até classe social. Então, não há grandes surpresas nas novas idades que nos chegam: sabemos que são inevitáveis, e ao mesmo tempo domináveis, com seus sabores e prazeres específicos.

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Por que fazer coisas novas aos 40 anos? Por que não apenas continuar dentro daquela chamada zona de conforto, lidando com coisas, pessoas e sentimentos conhecidos e previsíveis? A resposta de tudo isso é bem simples: porque é possível ser mais feliz. Porque é possível ser mais.

Se é possível sonhar, é possível realizar. A primeira tatuagem, o primeiro voo de asa delta, a primeira dieta, a primeira aula de dança, a primeira faculdade, ou mais uma faculdade, a maternidade, o casamento, ou um novo amor, o primeiro animalzinho de estimação, o primeiro trabalho voluntário… Acredite em si e vá à luta.

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